Um joelho ralado é um mapa fácil de ler: o mundo para e assopra. Mas como curar o que dói e não deixa marca?
Entre a vergonha de chorar e a necessidade de ser visto, esta fábula mergulha no universo das crianças
sensíveis e na importância de validar o que não se pode tocar. Uma jornada sobre empatia, resiliência e o
direito de ser acolhido.
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